aumento das vendas, porque muitas das espécies capturadas pela nossa frota, ainda são desconhecidas nos mercados potenciais. Também as espécies de maior volume de captura (carapau e cavala) são bastante difíceis de preparar. Estes aspectos são obviamente contornáveis, sendo necessário investimento na divulgação das espécies, através de uma agência nacional que assuma essa empreitada, um pouco à imagem do que a Noruega faz com o salmão. Temos de facto o melhor produto, resta saber se temos essa capacidade”. Por seu turno, Luis Silvério da Associação dos Comerciantes de Pescado, considera que a excelência do nosso pescado “deriva de factores como a temperatura e profundidade das águas, grau de salinidade e oxigénio disponível e a iluminação das correntes marítimas que influenciam directamente a qualidade do peixe”. É esta diferenciação que, na opinião dos grandes chefs, tornou o peixe português especial e tem feito subir o interesse pelo peixe grosso nos mais exclusivos restaurantes do mundo.
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